Foi a segunda vez que os espanhóis conquistaram um título europeu em Portugal, depois de Barcelos em 1985, confirmando uma hegemonia que prevalece desde 2000, e para esta vitória muito contribuiu Jordi Bargallo, médio do Liceo, autor de três dos cinco golos da equipa.
Num campeonato que estreou o modelo de todos contra todos, Portugal e Espanha chegaram ao derradeiro jogo igualados na liderança, só com vitórias, com vantagem lusa na diferença de golos.
O objetivo de Portugal ficou facilitado pela positiva entrada da equipa, rápida e a conseguir trocas de bola ensaiadas, com sucesso, no jogo da véspera, frente à Alemanha.
Reinaldo Ventura deixou a primeira ameaça, aos dois minutos, com um remate devolvido pelo ferro da baliza de Sergi Fernandez, mas, dois minutos depois, Valter Neves inaugurou o marcador, com um remate frontal, após jogada individual de Ricardo Barreiros.
A Espanha não teve tempo para reagir, pois três minutos volvidos, Reinaldo Ventura aumentou a vantagem, com um remate, colocado, de meia distância.