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O diretor da Human Rights Watch em França garante que a sua organização tem provas de que grupos da oposição síria «cometeram graves violações dos Direitos Humanos», que incluem «torturas» e «execuções extrajudiciárias sem julgamento».
Em declarações à TSF, Jean-Marie Fardeau adiantou ainda que há relatos de «pessoas que desapareceram sem que a família ou as pessoas próximas tenham informações sobre eles».
Este responsável da HRW considerou, por isso, que este tipo de acontecimentos é «grave», daí ter sido feita esta «chamada aos responsáveis do Conselho Nacional da Síria e do Exército Livre da Síria para condenar e tentar resolver o problema».
Jean-Marie Fardeau indicou ainda que a «Human Rights Watch conhece muito bem a Síria e trabalha há muitos anos com este país» daí ter sido possível chegar a «testemunhos em primeira mão» de «pessoas que estão dentro da Síria ou que fugiram da Síria».
A HRW baseou ainda as suas conclusões em «vídeos colocados no Youtube por opositores sírios fiáveis», o que faz com que a organização tenha a «certeza quer certas execuções que podem ser vistas são realidades que aconteceram nas últimas semanas».
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