Em causa está a investigação sobre uma série de assassínios atribuídos a neonazis que foi fortemente criticada.
O ministro do Interior da Turíngia, Joerg Geibert, anunciou que Sippel fora enviado para a reforma antecipada, afirmando que «já não tinha a confiança do parlamento» do Estado.
«Concordámos que esta decisão era correta e necessária», afirmou Geibert, acrescentando que tinha resultado de conversas com Sippel.
Esta decisão segue-se ao anúncio surpreendente, feito na segunda-feira, da demissão do diretor nacional dos serviços de informação alemães, Heinz Fromm, de 63 anos, devido aos erros cometidos naquela investigação.
Fromm estava sob críticas desde novembro, quando se soube que um trio, que se designava como Nacionais-Socialistas Clandestinos, era suspeito de uma série de assassínios, que fizeram 10 vítimas, na sua maioria de origem turca.