O colectivo de juízes do caso Casa Pia deu como provados três crimes de abusos sexuais relativos a Carlos Cruz, dois dos quais numa casa da Av. das Forças Armadas, em Lisboa, e outro na casa de Elvas.
Em relação a Hugo Marçal, este arguido foi pronunciado por lenocínio (fomento à prostituição com fins lucrativos), por ter providenciado uma casa em Elvas, pedida à arguida Gestrudes Nunes, onde decorream alguns dos abusos deste processo.
Na leitura do acórdão do julgamento do processo Casa Pia, os juízes deram ainda como provados abusos em diversos locais cometidos pelo embaixador Jorge Ritto e pelo médico Ferreira Diniz.
Já no que toca ao ex-motorista da Casa Pia, Carlos Silvino, o tribunal deu como provados abusos nas garagens do colégio Pina Manique, em colónias de férias da Casa Pia, no barracão onde este arguido vivia, entre outras situações.