O autarca de Gaia considerou, esta quinta-feira, que a batalha contra as portagens nas SCUT era «para perder», muito embora tenha considerado que foi uma «derrota injusta».
«Era uma batalha para perder porque a partir do momento que o Governo socialista enveredou por este caminho dificilmente tinha margem de regresso», explicou Luís Filipe Menezes.
Para este presidente de câmara, quem perde com esta decisão é o «país», dado que uma «decisão racional nesta matéria não foi tomada há cinco anos».
Menezes, que defendeu que o «défice orçamental seria bem menor», entende ainda que esta decisão deveria ter sido feita com «justiça, tratando por igual todos os portugueses, tendo em conta especificidades locais».
Luís Filipe Menezes entende ainda que este processo «traduz muito a filosofia de governação do actual Governo», que «andou cinco anos para tomar uma decisão».