Nas alegações finais, que decorreram esta tarde no tribunal de Torres Vedras, Francisco Leitão clamou inocência.
O réu disse que não matou ninguém e que também não ocultou qualquer cadáver. No entanto, não conseguiu dar explicações para os factos que foram referidos durante o julgamento.
A procuradora do Ministério Público considera que quanto ao desaparecimento dos três jovens, a investigação da Polícia Judiciária (PJ) permitiu concluir que se tratam de homicídios com ocultação de cadáver e não de sequestro ou rapto, e que a prova é clara.
A magistrada disse ainda que não é crível que qualquer dos jovens esteja vivo, pedindo assim que o arguido seja condenado à pena máxima de prisão de 25 anos.
O mesmo "castigo" foi pedido pelos advogados das famílias das presumíveis vítimas que, no entanto, admitem que o "rei ghob" não seja condenado pelos crimes de ocultação de cadáver se entretanto revelar a localização dos corpos.
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