«Estou de consciência completamente tranquila. Ao abrigo da lei que estava, e está, em vigor, apresentei uma candidatura e cumpri todas aquelas que eram as regras que estavam estabelecidas», afirmou o ministro, em resposta a questões dos jornalistas sobre a sua licenciatura na Universidade Lusófona à margem da inauguração do Museu Nacional do Desporto, em Lisboa.
Miguel Relvas acrescentou que, sobre este caso, se «ouvem muitas histórias que não têm razão de ser».
«O que eu posso dizer é que estou de consciência completamente tranquila. Cumpri aquilo que me foi imposto. A mim, como a muitos outros portugueses», insistiu.
Questionado porque motivo «precisava» de ter uma licenciatura realizada através de equivalências concedidas a partir do currículo profissional, o ministro respondeu que «não precisava».
Insistindo várias vezes em que o processo foi feito «ao abrigo da legislação em vigor», Relvas destacou ainda que o seu caso não é único: «Muitos portugueses, colegas seus [jornalistas], pessoas que vão diretamente para doutoramentos? É uma regra europeia», afirmou.