«O Ministério Público concluiu, dos elementos recolhidos nos autos, que a publicação do livro "Diamantes de Sangue" se enquadra no legítimo exercício de um direito fundamental, a liberdade de informação e de expressão, constitucionalmente protegido, que no caso concreto se sobrepõe a outros direitos», refere uima nota da Procuradoria Geral de Lisboa.
O mesmo documento refere que o Ministério Público concluiu pela ausência de indícios da prática de crime, tendo em conta os elementos recolhidos e o interesse público em causa.
Em Novembro do ano passado, Rafael Marques, foi constituido arguido.
Em Janeiro, foi a vez de Bárbara Bulhosa, como representante da editora Tinta da China.
Barbara Bulhosa, disse esta tarde à TSF, que está satisfeita, mas que nunca teve duvidas que o Livro de Rafael Marques, é um livro verdadeiro.