Já o ano passado, foram mais os espanhóis a marcarem presença no encontro do que os portugueses.
O presidente do Motoclube de Faro, José Amaro, aponta várias razões para esta realidade: os espanhóis são 40 milhões, têm «um nível de vida superior», têm gasolina mais barata e não pagam portagens. Além disso, frisou, o evento decorre junto de uma grande cidade espanhola, Sevilha.
Apesar de o preço do bilhete não subir há vários anos, entre os espanhóis também há quem se queixe da crise, testemunhou a reportagem da TSF.
Mesmo com dias difíceis, o presidente do Motoclube de Faro espera 22 mil inscrições e 40 mil pessoas.
José Amaro admite que é necessário controle nas estradas, mas critica o excesso da zelo da GNR dirigido apenas a motociclistas. «Na paragem de Grândola, os motociclistas são normalmente discriminados», o que é um «exagero» comparativamente a outros festivais, disse.