«A retoma mundial mostra sinais de abrandamento que deverão manifestar-se mais rapidamente do que inicialmente previsto», afirmou hoje, em Paris, o economista chefe e secretário-geral adjunto da OCDE, Pier Carlo Padoan.
Nos países do G7, as sete maiores economias do mundo, «o crescimento deverá estabelecer-se nos 1,6 por cento de taxa anual, em média, no segundo semestre de 2010, contra uma projecção de 1,7 por cento na edição de Maio das perspectivas económicas da OCDE», acrescentou Pier Carlo Pardoan.
«No entanto, este abrandamento da retoma é temporário», ressalvou o economista chefe da OCDE numa conferência de imprensa realizada na sede da organização.
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