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Contactada pela TSF esta quinta-feira de manhã, a Fectrans disse estar a avaliar os fracos níveis de participação dos trabalhadores da CP e da Carris na greve dos transportes públicos.
«Na CP há aqui um caso que é flagrante, que é a determinação de serviços máximos em vez de serviços mínimos», o que configura uma «clara limitação do direito à greve e à indignação a que os trabalhadores têm de facto direito», alertou Filipe Marques, dirigente da Fectrans.
Segundo este sindicalista, a CP está a colocar à disposição dos trabalhadores táxis e a frota automóvel, bem como a fazer «substituição de trabalhadores em greve», algo que consiste numa «forma ilegal de fazer os comboios andarem». Por isso, acrescentou, esta situação é para ser tratada junto das autoridades competentes.
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