Em 2010, morreram 1,24 milhões de pessoas, um número que corresponde ao dobro das estimativas da OMS.
Os novos números resultam de um estudo feito pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), em Seattle, nos Estados Unidos, que avaliou dados da doença nos últimos 30 anos, e que foi publicado no jornal The Lancet.
Foram introduzidos novos critérios, como a taxa de transmissão, o acesso aos cuidados de saúde, a resistência às drogas e a cobertura de redes contra mosquitos.
As conclusões mostram que o pico da doença aconteceu em 2004, quando morreram mais de 1,8 milhões de pessoas. Desde aí, o número de mortos tem vindo a baixar.
Mesmo assim, há dois anos, havia 1,23 milhões de doentes, o que leva os investigadores a dizer que a erradicação da malária é impossível a curto prazo.