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Os presidentes de Câmara que integram a Agência para o Desenvolvimento do Vale do Tua entendem que a suspensão dos táxis desde 01 de junho viola o plano de mobilidade determinado pelo Governo como contrapartida à construção da barragem.
«Se essas contrapartidas começam a falhar, logo na primeira oportunidade, obviamente que nós podemos começar a reequacionar a posição que temos adotado até aqui», afirmou hoje o presidente da agência e autarca de Alijó, Artur Cascarejo.
Os autarcas do Vale do Tua exigem a reposição dos transportes alternativos que há quatro anos asseguravam a mobilidade das populações que ficaram sem comboio com a suspensão da circulação, depois de quatro acidentes com outras tantas vítimas mortais.
Várias entidades envolvidas no processo assinaram em março de 2011 um protocolo em que a CP se compromete a manter o acordo com o Metro de Mirandela, pagando 125 mil euros para assegurar o transporte alternativo até estar concluído o Serviço Turístico Multimodal do Tua.
Esta verba faz parte de um montante superior global de 250 mil euros que a CP paga anualmente ao Metro de Mirandela pelo serviço em toda linha.
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