O chef português, que recebeu a sua segunda estrela Michelin, lembra que «o mais importante é continuarmos a trabalhar como estamos e a dar prazer a quem se senta à nossa mesa».
O cozinheiro José Avillez confessou que o rumor de que o seu restaurante Belcanto iria conquistar mais uma estrela Michelin já circulava há algumas horas, mas aguardou até à confirmação oficial que aconteceu na quinta-feira à noite.
«Estávamos com o restaurante cheio e servimos um copo de champanhe a cada cliente para festejarem connosco», explicou o chef português, que disse que os festejos depois de os clientes irem embora foram «porque hoje ia começar cedo».
Em declarações à TSF, o chef português, que recebeu a sua segunda estrela Michelin, diz que «o mais importante é continuarmos a trabalhar como estamos e a dar prazer a quem se senta à nossa mesa».
José Avillez, que lembra que trabalhar no restaurante Belcanto, aberto há cerca de um ano, é um «sonho realizado», adiantou que o juri reconhece que o seu trabalho é de excelência.
«Elaborada, com uma grande técnica, com uma grande qualidade dos produtos, com muitas ideias por detrás de cada prato e receita» são alguns dos adjetivos atribuídos pelo juri aos pratos produzidos no Belcanto.
O chef português descreve a sua cozinha como sendo «portuguesa contemporânea, portanto com muitas influências da cidade» de Lisboa, como aquela que serviu de inspiração à sardinha assada na pedra da calçada.
José Avillez, que fala sempre no plural, porque o prémio é para toda a equipa, considera que «ainda é dia de estarmos felizes pelo sucedido, mas é acima de tudo dia de trabalho».
«Sabemos que a fasquia levantou e temos de trabalhar mais e melhor para acompanharmos as expectativas», acredscentou o cozinheiro, que lembra que «um sorriso de um cliente vale mais que todas as estrelas».