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Violência

Emigrante portuguesa violada e morta na África do Sul

Uma portuguesa radicada na África do Sul foi espancada, violada e assassinada, sábado passado, na Cidade do Cabo, onde morava, noticiou o semanário «Século de Joanesburgo». Laura Almeida Veloza, 53 anos, é o segundo elemento da comunidade portuguesa na África do Sul a ser assassinado este ano.

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A vítima nasceu em Lourenço Marques (hoje, Maputo, Moçambique), era estilista e trabalhava em casa, em Bothasig. Deixa duas filhas.

Segundo o jornal, a agressão terá ocorrido ao cair da noite de sábado.

João Santos, conselheiro da comunidade portuguesa na Cidade do Cabo, explicou à TSF que Laura Veloza «foi encontrada semi-nua» e apresentando «ferimentos graves na cabeça» num «anexo do estúdio» que tinha em casa.

Não são conhecidos os motivos por detrás do crime, mas, segundo João Santos, não há notícia de que tenha sido roubado algum objecto de sua casa.

A vítima era filha de Ermelinda Tavares de Almeida e Fernando de Almeida, reformado dos caminhos-de-ferro, actualmente a morar em Viseu. Foi casada com Ricardo Veloza, filho do empresário português que se notabilizou como proprietário da fábrica de tabacos Veloza, em Moçambique.

Laura Veloza é o segundo elemento da comunidade portuguesa na África do Sul a ser assassinado este ano. Em 2001, 30 portugueses ou luso-descendentes foram vítimas de crimes naquele país.

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