Colocado por escrita_politica em 04 Julho de 2011 às 17:53

Chegou ao fim o dossier Fernando Nobre. Não é segunda figura de Estado e não vai ser deputado.

Ele era apresentado como o melhor entre os melhores para assumir a presidência do Parlamento. Derrotado, assumiu a derrota e garantiu que ficaria na Assembleia da República. Faltou ao debate sobre o programa do governo e o país acreditou que estava ausente por motivos extraordinários. Afinal, os motivos eram ordinários. Faziam parte da decisão de mandar às malvas os eleitores que nele votaram.

O anti-políticos parte sem deixar qualquer tipo de saudade. Pedro Passos Coelho tem de levantar as mãos aos céus porque este dossier, tendo corrido tão mal como se previa, acabou no prazo previsto.

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1 comentário(s)
TomasViriatoMarques // terça-feira, 5 de Julho de 2011 0:31

Nobre negociou com mais governantes estrangeiros do que qualquer Ministro dos Negócios Estrangeiros, construiu mais centros de saúde e hospitais do que qualquer Ministro da Saúde, e inaugurou mais escolas do que qualquer Ministro da Educação. Ainda assim, neste país, isto não é considerado currículo político. Triste Portugal, não há Troika que te salve da miséria humana.