Como é
que um governo tão empenhado em simbólicas viagens em económica,
ou em dar exemplos ao país na forma, por exemplo, de desengravatados
secretários de estado no MAMAOT..., como é que um governo que tanto
apostou no simbólico cai numa armadilha destas?
Passando
ao lado do ajuste directo, feito certamente dentro da mais estrita
legalidade, e do bafiento título «Compromisso para uma Nação
forte», eu reformulo a pergunta: 12 mil euros dão para quantas
viagens do PM a Bruxelas, em executiva?