sobre o autor
Jornalista desde 1986. Na TSF desde 1991. No Mais Cedo ou Mais Tarde desde 2006. Nasci em Lisboa mas vivo e sou de Vila do Conde. Dou aulas de jornalismo e crio bonsais.

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30 de Junho de 2011

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Quinta temporada no ar desde 20 de Setembro de 2010. Porque continua a haver outras pessoas e outras ideias que podem ser notícia. E são, de segunda a sexta na TSF, entre as 15h e as 16h

19 de Maio de 2011: ajudar quem tem problemas alimentares (anorexia, bulimia e perturbação de ingestão alimentar compulsiva)

[terceiro programa dedicado ao tema da obesidade e alimentação]

15h-16h: alguns psicólogos da Universidade do Minho lançaram um programa para ajudar pessoas com problemas alimentares; trata-se de um programa de ajuda personalizado e confidencial para pessoas com problemas de alimentação, nomeadamente a anorexia, a bulimia e a perturbação de ingestão alimentar compulsiva. Especializada na intervenção em problemas do comportamento alimentar, a equipa já desenvolveu diferentes planos interventivos direccionados para as necessidades de cada paciente. “Esta é uma forma simples, gratuita, individual e anónima de ajudar pessoas com problemas de alimentação”, certifica Eva Conceição, uma das psicólogas do grupo.

(Os interessados podem dirigir-se ao Serviço de Psicologia, da Escola de Psicologia, no Campus de Gualtar, em Braga, ou marcar consultas através do e-mail comportamentoalimentar@gmail.com)

Esta iniciativa dirige-se essencialmente a indivíduos com dificuldades em controlar e manter uma alimentação equilibrada, mostrando-se constantemente preocupados com o corpo e a forma corporal. 

Em estúdio vai estar Paulo Machado, coordenador do programa de ajuda personalizada para pessoas com problemas de alimentação (ele que é professor catedrático da Escola de Psicologia da Universidade do Minho, em Braga, e director do Centro de Investigação em Psicologia da U. Minho; em 1993, concluiu o doutoramento em Psicologia Clínica, na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos da América).

Publicado por jpmeneses em 18.05.2011

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1 comentário(s)
Carlos Sebastiao // quinta-feira, 19 de Maio de 2011 2:09

É dito «Os interessados podem dirigir-se ao Serviço de Consulta Psicológica...». Não seria muito mais importante o inverso... Que os serviços (do que quer que seja) se dirigissem ou fossem ter com as pessoas?

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