Os Akha acreditam ter já vivido em harmonia com os espíritos, habitando a aldeia de dia e deixando a noite para os espíritos. Mas essa convivência perdeu-se e as aldeias passaram a ter portões destinam-se a separar os dois mundos. É uma simples estrutura de madeira guardada por duas figuras humanas esculpidas. Um homem e uma mulher nus velam pela aldeia e apenas deixam entrar quem vem por bem. Em troca, são alimentados todas as manhãs com oferendas.

A maioria das aldeias Akha na Tailândia já não têm portões. Apenas as mais isoladas conseguiram manter os seus mitos. Todas as outras foram evangelizadas no século 19 por missionários americanos.