Cultura

56 mil pessoas nos três dias do SBSR

Os festivais de verão são cada vez mais abrangentes em termos musicais e já não admira que o Super Bock Super Rock tenha muito para além do rock que lhe dá nome, nomeadamente, música eletrónica.

Foi como terminou a 23ª edição, com Fatboy Slim a transformar a MEO Arena numa espécie de rave party dos anos 90. Foi nessa altura que o DJ britânico teve mais sucesso, mas hoje, aos 53 anos, o ex-The Housemartins ainda sabe como montar um mega show com luzes e projecções de belo efeito.

Da mesma época são os Deftones, embora num estilo diametralmente diferente, o metal alternativo, a deixarem o antigo Pavilhão Atlântico em polvorosa, pelas fortes guitarras e um Chino Moreno sempre empenhado e emotivo.

Neste, que foi o terceiro SBSR no Parque das Nações, destaque também para a maior enchente do segundo palco, no tributo de Seu Jorge a David Bowie. "Starman" em português do Brasil foi, no mínimo, especial. Brilhou ainda a sensibilidade acústica do irlandês James Vincent McMarrow e o psicadelismo que os barcelences Black Boimbaim trouxeram, em fim da tarde.

Durante os três dias de Super Bock Super Rock estiveram cerca de 56 mil pessoas junto ao Tejo, com a próxima edição de já marcada. Será entre 19 e 21 de julho de 2018.

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