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Daniel Ramos: A Europa "é uma consequência, não um objetivo"

O treinador do Marítimo pede para não se exigir mais do que o pedido à equipa insular, mas mostra ambição e traça uma nova meta pontual: 50 pontos na primeira Liga.

Daniel Ramos assumiu o comando do Marítimo em setembro, na sexta jornada do campeonato, depois da saída do brasileiro Paulo César Gusmão. Conseguiu levantar a equipa, que estava no penúltimo lugar e com apenas três pontos. Agora tem 40 e coloca metas passo a passo.

"Dependemos daquilo que fazemos dentro de campo, da nossa prestação, não podemos controlar o que se passa nos outros campos, mas podemos controlar o nosso. A Europa é uma consequência, não um objetivo e não nos podem cobrar o que não foi pedido. Foi pedido a manutenção, já a conquistámos, não nos foi pedida a Europa. Se a conseguirmos é extremamente positivo, excecional, mas se não conseguirmos não nos cobrem por isso, não digam que falhámos, não queremos isso do nosso lado. Não podem trazer essa responsabilidade para cima de nós", diz.

Os 40 pontos atingidos pela equipa neste fim de semana são importantes e podem até deixar a equipa de barriga cheia.

"Antes do jogo dizia que 40 pontos era um número bonito, era um jogo importante para voltar as vitórias e consolidar a nossa prestação em casa. Foi dito na imprensa que se formos aos 50 pontos se calhar vai ser marisco e não me importo nada, o que interessa é que a equipa esteja motivada ", revela o treinador.

O treinador prefere agora ir avaliando a situação da equipa jogo a jogo.

"Temos vindo não a definir metas mas a colocar a exigência de pontos. 40 é um número redondo. Agora passo a passo, jogo a jogo, tal como agora são os 50", conclui.

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