Economia

Estivadores prolongam a greve até 21 de janeiro

O Sindicato dos Estivadores vai prolongar a greve no Porto de Lisboa, inicialmente marcada entre 14 e 31 de dezembro, e que agora se irá arrastar até 21 de janeiro.

Num comunicado enviado à TSF, o sindicato sublinha que o Porto de Lisboa vive uma situação caótica, provocada pela limitação das operações portuárias, com o desvio de alguns navios para outros portos, nomeadamente Aveiro, Leixões e Sines.

Esta terça-feira, o Diário Económico noticia que o grupo dinamarquês Maersk, o maior armador do mundo, vai abandonar o Porto de Lisboa devido às perturbações causadas pela greve. Contudo, o Sindicato dos Estivadores afirma que a saída do grupo Maersk não está relacionada, até ao momento, com a greve em curso" destes profissionais, mas sim com "uma situação operacional deficiente".

O presidente do sindicato, António Mariano, contou à TSF que, apesar da greve, os estivadores até agora não deixaram de cumprir as tarefas que lhes são destinadas e recusa responsabilidades na saída de armadores do Porto de Lisboa.

Quanto à greve, António Mariano explica que esta pretende evitar que os estivadores que trabalham no porto sejam substituídos por funcionários que algumas empresas estão a formar.

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