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economia

Juros de Espanha ultrapassam barreira dos 7%

A praça de Madrid até acordou em terreno positivo, mas o caminho inverteu-se pouco depois. Os juros da dívida espanhola atingiram novo recorde, acima dos 7%, e a bolsa não resistiu.

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A pressão sobre o mercado da dívida soberana espanhola intensificou-se com os juros pelos títulos a 10 anos a atingir novos recordes, acima dos 7,0 por cento, e o risco da dívida a superar os 570 pontos base. A meio da manhã de hoje, o juro pago nos mercados secundários pelos títulos espanhóis a 10 anos atingiu os 7,1 por cento e o risco da dívida - medido pelo diferencial entre os títulos espanhóis e alemães a 10 anos - mantinha a tendência de subida, chegando aos 570 pontos base. O risco da dívida tinha aberto nos 533 pontos base, uma descida face ao valor do fim da sessão em Madrid na sexta-feira (543,7 pontos), tendo subido a partir de aí até aos valores atuais. Uma situação que teve um impacto imediato no principal indicador da bolsa espanhola, o Ibex 35, que depois de abrir a crescer mais de 2,0 por cento, está agora a perder quase 1,5 por cento. Analistas indicam que depois dos resultado das eleições na Grécia, que parecem ter aliviado a pressão sobre a possibilidade da saída do país da zona euro, as atenções voltam-se agora para a situação em Espanha.

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