Economia

Parceiros consideram Programa Nacional de Reformas pouco ambicioso

Sindicatos e patrões analisaram na reunião de concertação social, esta tarde, o documento que o governo enviará para Bruxelas no final do mês.

A CGTP, pela voz do dirigente João Torres entende que o Programa Nacional de Reformas "está fundamentalmente para as empresas e as questões do trabalho são olimpicamente ignoradas".

A UGT alinha nas criticas ao PNR. Lucinda Dâmaso sublinha que "o país só pode crescer se houver uma boa política de formação de adultos. Entendemos que o documento contém algumas lacunas".

Do do lado dos patrões, João Vieira Lopes, da Confederação de Comércio e Serviços entende que há poucas soluções para aumentar o crescimento da economia e António Saraiva, da Confederação empresarial acredita que o governo podia ir mais além.

"Temos que ser ambiciosos e temos de pôr a nossa economia a crescer", sublinhou o líder da CIP que destaca ainda a "ausência de medidas que melhorem a justiça económica".

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