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Quatro paquetes portugueses apresados vendidos a empresário nacional

O negócio foi confirmado à TSF e envolve o paquete Funchal, bem como outros dois paquetes apresados em Marselha e um outro arrestado no Montenegro.

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Três dos quatro paquetes que se encontram arrestados em dois portos europeus bem como o paquete Funchal, que está a ser reparado em Lisboa, foram comprados por um investidor nacional.

Por seu lado, o presidente da Confederação de Sindicatos Marítimos e Portuários diz ter tido conhecimento desta venda destes barcos e acredita que o «objetivo é a recuperação dos navios».

Alexandre Delgado crê ainda que o novo dono pretenderá também «regularizar as situações» para que os quatro navios voltem ao mar «ao circuito dos cruzeiros».

«Vimos aqui uma grande oportunidade de podermos meter 300 a 400 portugueses a trabalhar», adiantou este sindicalista sobre esta venda que envolve três embarcações retidas em Marselha e no Montenegro e o Paquete Funchal, encostado há anos numa doca nas proximidades do Parque das Nações.

Apesar disto, Alexandre Delgado lembrou que «não se põe de imediato os navios a navegar, porque os navios perderam os certificados e é preciso readquirir tudo nas entidades internacionais».

Os cerca de 500 trabalhadores portugueses destes paquetes portugueses, que incluem o paquete Funchal, que está a guarda do Porto de Lisboa por causa de dívidas, estão sem salário desde outubro.

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