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Zorrinho defende que programa de ajustamento não está a funcionar

Reagindo ao aumento da dívida pública, o líder da bancada parlamentar do PS diz que é preciso «humildade de olhar e compreender Portugal». Já Agostinho Lopes diz que ninguém sujeito a uma redução de rendimentos consegue pagar as suas dívidas.

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O líder parlamentar do PS entende que o programa de ajustamento não está a funcionar e que isso se prova com os resultados da dívida pública portuguesa que continua a subir.

«A sensação é clara de que a receita não está a funcionar e por isso mais uma razão para haver a humildade de olhar e compreender Portugal», acrescentou Carlos Zorrinho.

De visita à fábrica da Embraer em Évora, o líder da bancada socialista no Parlamento aconselhou a troika a visitar projetos como este da próxima vez que vier a Portugal.

«Se a troika visitasse projetos como este veria que há outro caminho para Portugal para sermos competitivos. O equilíbrio pode fazer-se em baixa, mas o equilíbrio também se pode fazer em projetos fortemente criadores de valor», explicou.

Por seu lado, o comunista Agostinho Lopes considera que o aumento da dívida pública portuguesa é uma prova de que «este não é o caminho» numa referência às opções do Governo e da troika para Portugal.

«Ninguém cujos rendimentos estão a reduzir-se consegue pagar as suas dívidas», adiantou este deputado do PCP, que lembrou que mesmo que Portugal venda todo o seu património acabará por «morrer de inanição por falta de alimentação».

Agostinho Lopes recordou que Portugal «está a perder atividade económica, estão a fechar centenas de empresas todos os dias e estão a aparecer milhares de desempregados», o que está a resultar na «redução das receitas do Estado em matéria fiscal».

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