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Obama garante que ataque a consulado não significa abandono da Líbia

Reagindo ao ataque ao consulado norte-americano em Benghazi, Obama lembrou num discurso que os «EUA tem sido uma nação que respeita todos os credos».

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O presidente norte-americano assegurou que não será por causa do ataque ao consulado dos EUA em Benghazi que os norte-americanos vão abandonar a Líbia.

Num pequeno discurso na Casa Branca, Barack Obama condenou este ataque que resultou na morte de quatro funcionários desta representação e assegurou que os responsáveis serão levados à justiça.

Numa referência ao filme que terá estado por detrás deste ataque, Obama recordou que «desde a nossa fundação, os EUA tem sido uma nação que respeita todos os credos».

«Rejeitamos todos os esforços para denegrir as crenças religiosas de outros, mas não de todo justificação para este tipo de violência sem sentido. O mundo tem de se juntar para inequivocamente rejeitar estes atos», explicou.

Para além dos EUA, também um alto representante da ONU sublinhou que as Nações Unidas não concordam com calúnias contra uma religião, mas frisa que nada justifica a violência deste ataque.

Alemanha, que preside ao Conselho de Segurança da ONU, e a Rússia foram dois dos países que alinharam na condenação quase unânime deste ataque, ao passo que a Líbia pediram desculpa e apontaram o dedo a radicais muçulmanos e partidários do antigo regime por esta ação.

Esta tarde, a TSF conversou com Yusef Sawie, funcionário líbio da embaixada britânica em Tripoli, que revelou que a primeira preocupação foi contactar os britânicos que estão no país, sublinhando que, de resto, foi um dia igual aos outros.

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