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Palestina não perde a esperança 12 anos depois

12 anos depois, os palestinianos voltam a lembrar que o muro construído por Israel é ilegal. Esta semana, saíram a rua para novos protestos.

Em 2002, o governo israelita decidiu construir a barreira em solo palestiniano por alegadas razões de segurança, uma decisão que separou palestinianos "das suas terras, trabalhos, serviços sociais e de saúde, locais sagrados e isolamento total da zona este de Jerusalém do resto da Palestina", declarou a Organização para a Libertação da Palestina.

Dois anos depois do início da construção da barreira, o Tribunal Internacional de Justiça, órgão judicial das Nações Unidas, declarou esta construção ilegal. O tribunal, sediado em Haia e formado por 15 juízes eleitos pela Assembleia Geral e pelo Conselho de Segurança da ONU, considerou que Israel, como invasor do território, não podia considerar os habitantes nativos como uma ameaça "estrangeira" e tinha outros meios de assegurar a segurança do país. A construção da barreira continua com mais de 62% da obra concluída.

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