Hugo Chavez

Reações à morte do presidente venezuelano

Por todo o mundo, multiplicaram-se as reações à morte de Hugo Chávez. O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, lamenta a morte de alguém que sempre demonstrou carinho por Portugal.

«Lamento profundamento oa contecimento e apresento às condolências à família, ao povo e ao governo venezuelano. O presidente Chávez era uma personalidade polémica mas que sempre primou por um grande apoio e um grande carinho por Portugal», afirmou José Cesário à TSF.

Em Washington, Barack Oobama diz, em comunicado, que neste momento difícil os Estados Unidos renovam o apoio aos venezuelanos e reafirmam o interesse numa relação construtiva com o governo de Caracas.

Do Canadá, chega o desejo de um futuro melhor e mais promissor. Em comunicado, o primeiro-ministro escreve que conta trabalhar com o sucessor de Chávez para criar uma América do Sul mais próspera, segura e democrática.

Dilma Roussef cancelou uma viagem à Argentina para assistir às cerimónias fúnebres. A presidente do Brasil fala na perda irreparável de um grande sul-americano e de um amigo do Brasil e dos brasileiros.

Também o antigo presidente do Brasil já lamentou a morte do presidente da Venezuela. Lula da Silva diz que está profundamente triste e deixa solidariedade a todo o povo da Venezuela.

No mesmo sentido vão as reações do Equador e do Haiti. Em Quito, também se usa a expressão perda irreparável e em Port-au-prince, o ministro dos negócios estrangeiros fala numa grande perda para toda a região e em particular para o país. O chefe da diplomacia haitiana sublinha a qualidade das relações entre a Venezuela e o Haiti.

Da Colômbia chega uma tristeza profunda. Em comunicado, o responsável pelas relações externas lembra o apoio de Hugo Chávez ao processo de paz com as FARC, as forças armadas revolucionárias da Colômbia.

No Perú, o presidente chamou os jornalistas para lamentar a morte do amigo Hugo Chávez. Ollanta Humala deseja que nestes momentos difíceis haja unidade, reflexão e que tudo seja conduzido de forma pacífica e democrática.

Da Bolívia chega um pedido de unidade do povo latino-americano. Com a voz embargada, Evo Morales falou na rádio para dizer também que viaja ainda hoje para Caracas para se despedir do amigo Chávez.

Na Guatemala, o presidente descreve um dos líderes mais influentes da américa latina e o chefe de Estado do Chile sublinha a força de Hugo Chávez.

O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad também prestou homenagem a Chávez, afirmando que via no presidente da Venezuela «um mártir que serviu o seu povo por ter protegido os valores humanos e revolucionários».

Também a Palestina, através do chefe do departamento de Relações Internacionais do Fatah e assessor presidencial, Nabil Shaat, manifestou hoje as profundas condolências à família de Hugo Chávez e ao Governo e povo venezuelanos pela morte de um «amigo fiel».

O ministro alemão dos Negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle, desejou hoje que a Venezuela inicie uma nova era após a morte, na terça-feira, do presidente Hugo Chávez.

Notícia atualizada às 10h07

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