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Portugal apoia processo de sanções por violação ao plano Annan

Portugal está entre os subscritores de um projeto de resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a Síria, hoje circulado, que ameaça com sanções os atores que violem o plano Kofi Annan, anunciou o Reino Unido.

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De acordo com a missão do Reino Unido nas Nações Unidas, o projeto de resolução «ameaçando sanções por incumprimento do plano de Annan», circulado pela diplomacia britânica, conta ainda com apoio de França, Alemanha e Estados Unidos.

O projeto de resolução foi circulado pelos 15 países membros, após um "briefing" do enviado das Nações Unidas e da Liga Árabe para a Síria, Kofi Annan

A missão de observadores na Síria (UNSMIS) tem as suas atividades suspensas a pouco mais de uma semana de expirar o seu mandato, a 20 de julho, e, segundo Annan, «nos próximos dias» o Conselho deverá pronunciar-se sobre o seu futuro.

De acordo com diplomatas que participaram no "briefing" de hoje, Annan defendeu que a resolução contemple «consequências» em caso de incumprimento do seu plano de paz.

Em cima da mesa dos diplomatas do Conselho de Segurança está também uma resolução apresentada pela Rússia sobre a Síria, defendendo a extensão do mandato da UNSMIS, mas recentrado na busca de uma solução política.

Hoje, o embaixador adjunto da Rússia na ONU, Igor Pankin, afirmou que o seu país não vai aceitar «medidas de coação» na resolução.

O embaixador da França da ONU, Gerard Araud, defendeu, após o "briefing" de hoje, que a resolução «abra a possibilidade de sanções» para quem violar o plano.

O roteiro de Annan prevê um cessar-fogo imediato e a retirada de armas pesadas de centros populacionais, disposições que não têm sido respeitadas.

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