presidenciais 2011

Cavaco Silva deve ganhar eleições à primeira volta, diz Barómetro

Segundo o Barómetro TSF/Diário Económico/Marktest, Cavaco tem uma vantagem de mais de 46 pontos sobre Manuel Alegre, que surge com um curto avanço sobre Fernando Nobre.

Cavaco Silva deverá ganhar sem problemas as presidenciais à primeira volta, dado que reúne mais 27 pontos percentuais que a soma dos votos dos restantes candidatos, indica o Barómetro da Marktest feito para a TSF e para o Diário Económico.

Segundo este estudo, o actual Presidente da República reúne 61,5 por cento das intenções de voto contra 15 por cento recolhidos por Manuel Alegre.

O candidato apoiado pelo PS e Bloco de Esquerda fica com uma escassa vantagem sobre Fernando Nobre, que junta 12,7 por cento das intenções de voto.

Francisco Lopes aparece com 3,3 por cento, ao passo que José Manuel Coelho garante 2,1 por cento, ficando assim à frente de Defensor Moura, que não vai além dos 1,2 por cento.

Ainda de acordo com este Barómetro, o actual chefe de Estado consegue os seus melhores resultados no Norte, onde mais de 70 por cento diz que vai votar em Cavaco Silva.

Este estudo indicou ainda que a percentagem de votos brancos e outros é de 4,2 por cento, enquanto que a abstenção ponderada ronda os 35 por cento.

Contudo, apesar da grande vantagem sobre os restantes candidatos, o Presidente da República aparece com a imagem mais baixa deste Barómetro, ao ficar-se pelos 24,7 por cento menos 10,6 pontos que em Dezembro.

 

Nota do editor:

Por lapso, a ficha técnica do Barómetro da Marktest, para a TSF e Diário Económico, divulgado a 18 de Janeiro, não fazia referência ao modelo de distribuição de indecisos.

Importa rectificar: os indecisos e não votantes foram distribuídos de forma proporcional aos inquiridos que expressaram sentido de voto nesta sondagem.

A expressão usada para classificar o nível de abstenção, «abstenção ponderada», também não está correcta. O que foi apresentado em antena foi antes uma soma do número de não votantes, e dos inquiridos que responderam «não sabe» e «não responde», uma soma que dá um resultado de 35%.

Rectificação inserida em 19 de Janeiro às 19h50

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