
Reuters
São novas fotografias que ilustram os danos e a aflição causada pelo terramoto que causou, de acordo com o último balanço, mais de 1300 mortos.
É o pior sismo no Nepal desde 1934 e ocorreu a 81 quilómetros a noroeste de Katmandu.
O organismo de vigilância geológica norte-americano US Geological Survey, estabeleceu inicialmente a magnitude em 7,5 na escala de Richter, subiu-a depois para 7,9 e voltou entretanto a baixá-la, para 7,8.
Após o sismo, pelo menos 16 réplicas, de magnitudes entre 4,2 e 6,6, foram sentidas em território nepalês e chinês.
A zona da capital nepalesa foi aparentemente a mais duramente atingida, registando mais de metade (579) dos mortos já confirmados pelas autoridades.
Vários edifícios, muitos deles monumentos antigos, foram reduzidos a escombros em Katmandu, incluindo a simbólica torre Dharahar, de 50 metros de altura, construída no século XIX, que ruiu por completo.
O terramoto provocou por outro lado uma avalancha numa das montanhas dos Himalaias que atingiu um campo base do Monte Evereste.
Este conjunto de fotografias disponibilizadas pela agência Reuters dão conta do rasto de destruição que o sismo causou, e do esforço dos que escaparam para socorrer os muitos que ficaram sob os escombros.