A Mota e Companhia e a Engil vão avançar para um processo de concentração para a constituição de um grupo na área da construção, designado Mota-Engil, cuja avaliação ascende a 118 milhões de contos, anunciaram as duas empresas.
Anunciaram, ainda, que o free-float do grupo atinja numa primeira fase, de cotação na BVLP, os 15% para depois subir pelo menos até aos 35%.
«A taxa de crescimento anual do volume de negócios deve ser pelo menos de 10% a partir de 2001 e a margem operacional deve aumentar no mínimo 1,5% até 2002», refere uma nota conjunta da Mota e Companhia e a Engil.
A Engil registou proveitos operacionais de 89 milhões de contos em 1999 e a Mota 70,7 milhões de contos.
A família Mota, que controla a Mota e Companhia, detém cerca de 98% da Engil e tem em curso uma OPA sobre a empresa para adquirir o capital ainda não detido.