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Arquitetos e engenheiros dizem que se mantêm as dificuldades para trabalhar no Brasil

O acordo político tem seis meses, mas as difildades continuam para os arquitetos e engenheiros portugueses que querem ir trabalhar para o Brasil. O problema reside na obrigatoriedade de as universidades reconhecerem os cursos.

Há meio ano foi assinado um acordo político entre os dois países para o reconhecimento dos graus académicos. O objetivo era acabar com as barreiras ao registo profissional de muitos portugueses que atravessam o Atlântico.

O bastonário da Ordem dos Engenheiros diz que, seis meses depois, continuam as dificuldades. Carlos Matias Ramos explica que falta o reconhecimento das universidades brasileiras dos diplomas apresentados pelos portugueses.

Perante as dificuldades de ir para o Brasil, vários engenheiros optam por ir para outros países, numa alternativa que é estimulada pela Ordem.

O bastonário da Ordem dos Arquitetos, João Belo Rodeia, diz que têm existido avanços, mas continua a ser difícil validar os diplomas passados nas universidades portuguesas. Está mais fácil ir para o Brasil, mas ainda há problemas.

À TSF, fonte oficial do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) diz que já fez o que tinha a fazer, com o acordo assinado há seis meses com a congénere brasileira.

O processo está agora do lado das universidades que têm de se entender, uma a uma, com as do outro lado do Atlântico.

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