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Droga: Rede de vigilância da costa portuguesa concluída em Abril

O ministro Miguel Macedo disse estar preocupado com o desvio do tráfico de droga para a costa portuguesa, mas garantiu que decorrem trabalhos para concluir a rede de postos de vigilância.

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Miguel Macedo participou na cerimónia de entrega simbólica de coletes de proteção balística à PSP e, questionado pelos jornalistas sobre o desvio para Portugal, principalmente para o Algarve, das rotas de tráfico de droga respondeu: «Estou preocupado, mas não estou parado.»

O Diário de Notícias noticia hoje que o «aumento da vigilância em Espanha empurra traficantes de droga para Portugal», passando o Algarve a ser a principal porta de entrada de haxixe marroquino na Europa.

«Já está em procedimento um conjunto de situações [visando] a ligação entre todos os postos e concluir os que falta», disse o ministro.

O governante recordou que, na última cimeira luso-espanhola, Portugal comprometeu-se a completar a rede de postos de vigilância da costa nacional até abril do próximo ano.

A rede é integrada com a espanhola, ou seja, é tecnologicamente compatível, e a sua cobertura vai permitir uma proteção que detetará movimentos e «permitirá resolver muitos desses problemas», explicou Miguel Macedo.

A costa portuguesa é vigiada através do Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC) que, atualmente, tem postos fixos e postos móveis que completam a tarefa de vigilância, uma situação que «não é a desejável», reconheceu, mas será ultrapassada com a conclusão da rede.

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