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Saúde: Quatro detidos em prisão preventiva, três em prisão domiciliária

Quatro dos 10 detidos no âmbito da Operação Remédio Santo vão aguardar julgamento em prisão preventiva e três em prisão domiciliária com pulseira eletrónica.

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Os restantes três terão de apresentar-se periodicamente às autoridades.

Dois médicos, cinco delegados de informação médica, dois armazenistas e uma outra pessoa que fazia a ligação entre os elementos do grupo foram detidos a 25 de junho numa investigação sobre fraudes no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Um dos médicos envolvidos ficou em prisão domiciliária está acusado dos crimes de burla qualificada, associação criminosa e falsificação de documentos, segundo o advogado que o representa.

A investigação, a cargo da Polícia Judiciária (PJ) e do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), incidiu na região norte, designadamente no Porto, Maia e Pombal, tendo sido realizadas diversas buscas domiciliárias e não domiciliárias.

Segundo a PJ, além da detenção de 10 pessoas «ligadas à atividade médica e farmacêutica», foi apreendido «diverso material relacionado com a prática da atividade criminosa em investigação e outro obtido com recurso aos proventos daí resultantes, como sejam viaturas de gama alta».

De acordo com o Ministério da Saúde, o tipo de fraude pode levar a que não se encontre no mercado nacional certos medicamentos essenciais.

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