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António Barreto pede aos dirigentes políticos para «não fazerem disparates»

Depois do PS ter anunciado o voto contra o OE, deixando também em aberto uma moção de censura ao Governo, o sociólogo António Barreto apela aos políticos para que arranjem soluções para a situação do país e que não façam disparates.

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«Suplico aos dirigentes políticos portugueses que não façam disparates e que não criem ruturas a curto prazo e que não se preparem para deitar tudo por terra, porque se houver dissolução do Governo, vamos voltar a perder mais quatro ou cinco anos, a pouca confiança que existe, o pouco que se fez e trabalhou», disse António Barreto, em declarações à TSF.

A classe política não está a dar aos problemas a resposta que António Barreto gostaria. «Não informa, não discute, não partilha, escondem-se dados, factos, medidas...».

Neste quadro, defendeu António Barreto, é cada vez maior o papel da sociedade civil. Por isso, o presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos desafiou os portuguses a fazerem manifestações.

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