Sociedade

Novos "helis" eram uma prioridade da Força Aérea

O ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, disse que a compra de cinco helicópteros ligeiros para substituir a frota de Alouette III era "uma prioridade" para a Força Aérea Portuguesa.

À margem da iniciativa "Viver o Douro com mais Segurança", no Porto, o governante afirmou que, autorizada a sua aquisição, vai ser aberto um concurso público internacional e os "fantásticos" Alouette III vão ser substituídos porque a partir de 2018 não podem voar mais, já que foram "totalmente descontinuados".

O Governo autorizou a compra, no montante de 20,5 milhões de euros, de cinco helicópteros ligeiros para substituir a frota de Alouette III da Força Aérea Portuguesa, que opera há mais de 50 anos.

O despacho, assinado pelo ministro da Defesa, autoriza a compra de cinco helicópteros ligeiros "com opção até mais dois", incluindo de treino, sobresselentes e material de apoio, com o preço base de 20,5 milhões de euros, através de verbas inscritas na Lei de Programação Militar.

A substituição destes helicópteros era reclamada há vários anos pela Força Aérea.

"Era realmente uma prioridade para a Força Aérea Portuguesa e, ao mesmo tempo, dotar os helicópteros que venham a ser adquiridos de meios necessários para participarem no combate a incêndios (...), faz sentido que se realize uma localizada despesa suplementar", entendeu.

Os novos helicópteros deverão estar aptos a garantir a instrução de pilotagem, as missões de busca e salvamento costeiro, o transporte geral e a evacuação sanitária militar.

Estes helicópteros deverão também estar equipados para poderem integrar o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais, no âmbito do apoio a missões de interesse público, nomeadamente à Autoridade Nacional de Proteção Civil.

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