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Pavilhão Carlos Lopes: De símbolo do Estado Novo a palco do Comício Pró-Divórcio

A história em imagens do edifício que recebeu cerimónias do Estado Novo, campanhas eleitorais ainda antes da Democracia, mundiais de Hóquei em Patins, Marchas Populares e até congressos da IURD.

Foi construído em 1921 para representar Portugal na Grande Exposição Internacional do Rio de Janeiro. Sete anos depois, mudou-se para o Parque Eduardo VII, em Lisboa.

O edifício projetado pelo irmãos Guilherme e Carlos Rebello de Andrade e por Alfredo Assunção Santos foi mudando de nome: de Pavilhão de Exposições a Pavilhão dos Desporto até Pavilhão Carlos Lopes, desde 1984.

Recebeu cerimónias do Estado Novo, concursos de beleza, campanhas eleitorais ainda antes da Democracia.

Foi um dos palcos principais do Hóquei em Patins em Portugal, mas também das Artes Marciais ou do Vólei.

Depois do 25 de Abril, recebeu concertos dos maiores nomes da música portuguesa e também internacional.

Quase todos os partidos fizeram ali comícios e congressos e houve espaço também para outros movimentos. Para a história fica o dia 21 de junho de 1974, com o Comício do Movimento Nacional Pró-Divórcio.

Por lá passaram as Marchas Populares, feiras de exposições ou de agricultura, eventos de desportos radicais e até congressos da IURD.

Chegou a ser avançado que iria acolher o Museu dos Desportos, mas o Pavilhão Carlos Lopes caiu no esquecimento durante mais de uma década. Reabre este sábado e ganha mais uma vida.

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