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Vai ser o primeiro bordel na Holanda a ter como sócios as prostitutas que lá trabalham. O banco vai disponibilizar uma linha de crédito de "umas poucas centenas de milhares de euros".
Numa primeira fase, o dinheiro servirá para financiar a "reabilitação e a aquisição de mobiliário para 14 quartos espalhados por quatro edifícios no centro de Amesterdão", diz à agência Bloomberg, Carlo Verhart, o porta-voz do Rabobank.
O bordel será gerido pela My Red Light, uma fundação criada por seis trabalhadores sexuais.
O bancário dá os parabéns às prostitutas admitindo que "o plano de negócios que elas elaboraram está muito bom". "Somos um banco cooperativo", diz Carlo Verhart, "sentimo-nos orgulhosos por apoiar uma outra cooperativa".
O bordel vai abrir as portas em maio do próximo ano e a administração já afirmou que o objetivo é dar emprego a, pelo menos, 50 prostitutos, homens, mulheres e também transgéneros.