
Gonçalo Delgado/Global Imagens
O Sindicato fala numa greve singular, que deve ter um grande impacto, mas garante que os doentes em situação de urgência podem ficar descansados.
Há consultas e cirurgias programadas que estão a ser reagendadas, para evitar que os doentes sejam prejudicados.
O presidente da Associação de Administradores Hospitalares, Alexandre Lourenço, diz que os profissionais costumam ter em atenção os constrangimentos provocados aos doentes.
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A greve dos médicos junta dois sindicatos, a FNAM e o SIM. O presidente do Sindicato independente dos Médicos, Jorge Roque da Cunha, lembra que os serviços mínimos estão garantidos, mas salienta que a paciência dos clínicos chegou ao limite.
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Roque da Cunha diz que os doentes em situação de urgência podem ficar descansados, apesar de um impacto que prevê muito forte.
O presidente do SIM recorda que os médicos não fazem greve todos os dias, para dizer que esta será um protesto singular.
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