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História da Petrogal marcada por vários incidentes

A explosão da madrugada passada na refinaria de Leça da Palmeira não foi o primeiro acidente. Desde que começou a funcionar, a Junho de 1970, a Petrogal de Matosinhos já registou vários incidentes.

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O mais grave, dos últimos anos, aconteceu a 31 de Julho de 2004. Duas explosões provocaram um incêndio e fizeram 32 feridos.

De acordo com as conclusões de um inquérito, o acidente aconteceu durante a substituição de 18 linhas de oleodutos que ligam, ao longo de dois quilómetros, a refinaria de Matosinhos ao terminal petrolífero de Leixões.

Na altura, o então ministro do Ambiente, Nobre Guedes criou uma comissão de inquérito que concluiu que houve insuficiências e incúrias da petrolífera nos procedimentos de segurança.

Meses depois, os jornais falavam numa possível intenção do então primeiro-ministro Santana Lopes de fechar a refinaria. Uma hipóteses, aliás, que tinha sido avançada três anos.

A refinaria não fechou e em 2003, o Instituto do Ambiente aprovava o sistema de segurança. Um ano depois, dava-se o acidente e a seguir a Petrogal e a Câmara de Matosinhos assinavam um protocolo que garantia uma maior segurança.

Ainda assim, mais duas explosões agitavam Leça da Palmeira em Junho de 2006. Mais dois feridos, num incêndio cuja origem estava identificada na fábrica de aromáticos.

Um ano depois, e num espaço de um mês, novamente a refinaria da Petrogal tremia, desta vez, com uma série de explosões a 12 de Novembro de 2007. Mais dois feridos, um deles grave.

A refinaria estava, desde o Verão, em obras de manutenção, mas em Dezembro, uma nova explosão destruía um armazém de combustíveis.

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