Vida

Isabel Jonet alerta para «efeito perverso» do Estado Social

A presidente do Banco Alimentar Contra a Fome alerta para o «efeito perverso» do Estado Social, afirmando que os apoios sociais atingiram níveis que são incomportáveis para o Estado.

«As pessoas passaram a achar que têm direito a todas as prestações sociais e dão-no como adquirido. Muitas vezes, preferem ir para o subsídio de desemprego do que ter um emprego, ainda que ele seja menos bem pago, porque sabem que vão ter a prestação social no final do mês», afirmou Isabel Jonet, em entrevista ao programa Gente que Conta.

No entender da responsável, «isso vai trazer alguma perversidade neste tipo de formulas de emergência e que deviam ser reduzidas ao máximo, mas, sobretudo vai fazer com que o montante que é afectado a essas prestações sociais atinga níveis insustentáveis e incomportáveis para o Estado».

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