Lisboa

José Sá Fernandes diz que sentença sobre canil municipal está a ser cumprida

O vereador do Ambiente da Câmara de Lisboa garante que estão a ser resolvidos os problemas do canil municipal que foram identificados pelo Tribunal depois de uma providência cautelar.

A Câmara Municipal de Lisboa acata a decisão do Tribunal Administrativo e de Círculo de Lisboa e assegura que já está a trabalhar para resolver os problemas no canil e gatil de Monsanto.

O canil/gatil de Lisboa, em Monsanto, está proibido de aceitar animais, com algumas excepções, e tem 15 dias para reestruturar os serviços de forma a cumprir as condições exigidas por lei, decidiu o Tribunal Administrativo e de Círculo de Lisboa, em resposta a resposta a uma providência cautelar do Grupo de Lisboa da Campanha de Esterilização de Animais Abandonados.

Em declarações à TSF, José Sá Fernandes, vereador da Câmara Municipal de Lisboa, já ter conhecimento da «necessidade de fazer um canil novo», informando que «é isso que a Câmara já está a fazer».

O autarca explica que o novo projecto do canil/gatil de Monsanto «foi um processo que durou um ano com o concurso e o início da empreitada», e por isso, espera que para o [próximo] ano esteja um canil com grandes condições.

O tribunal obriga o canil municipal a criar, num prazo de oito dias, uma área de quarentena para os animais, dá 15 dias para que seja nomeado um técnico responsável pelo centro e elaborado um programa com vista ao bem estar dos animais capturados e recebidos.

A providência cautelar tinha sido interposta por Margarida Garrido, que integra o Grupo de Lisboa da Campanha para a Esterilização de Animais Abandonados, que pretende sensibilizar os municípios para o bem estar animal e para procederem à esterilização de animais abandonados e o seu controlo.

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