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«O chocolate não gosta de ser apressado», diz Chef António Marques

O chocolate tem que ser feito sem pressas. É este o segredo do chefe de cozinha António Marques das mãos de quem nascem bombons artesanais de fazer crescer água na boca, uma das iguarias mais comidas na época da Páscoa.

Na Oficina do Chocolate tudo é pensado ao mínimo detalhe para fazer bombons artesanais, como os recheios que ficam melhor com o diferente tipo de cacau, apostando-se cada vez mais nos produtos portugueses, como o azeite e até o queijo, para criar sabores inovadores.

«O chocolate não gosta de ser apressado e tem que ser trabalhado com tempo», explica o Chef António Marques, adiantando que a temperatura tem que estar constante e que os bombons demoram pelo menos dois dias a ficarem prontos.

De Lisboa para Barcelos à procura de chocolate, a TSF visitou também uma das fábricas mais antigas de Portugal, a funcionar desde 1914. Na fábrica Avianense os ovos da Páscoa começam a ser preparados logo no início do ano.

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