Adeus, princesa Leia. Morreu Carrie Fisher

A informação foi avançada pelo porta-voz da família, citado pela revista People. A atriz, de 60 anos, sofreu um ataque cardíaco na passada sexta-feira.

A atriz Carrie Fisher, conhecida do grande público pelo papel de Princesa Leia na saga "Star Wars/A Guerra das Estrelas", faleceu esta terça-feira de manhã depois de ter sofrido um ataque cardíaco.

A notícia foi avançada pelo porta-voz da família, citado pelo site da revista People. "Foi amada pelo mundo e a sua falta será profundamente sentida", adiantou o porta-voz em nome da filha de Fisher.

Carrie Fisher estava hospitalizada desde sexta-feira, depois de ter sofrido um ataque cardíaco quando viajava de Londres para Los Angeles.

Filha da atriz Debbie Reynolds e do entertainer Eddie Fisher, Carrie Fisher fez a sua estreia no cinema no filme "Shampoo" (1975) protagonizado por Warren Beatty.

Seguiu-se, dois anos depois, em 1977, o papel que lhe daria reconhecimento global. Com apenas 19 anos, a atriz assume a personagem de Princesa Leia no primeiro filme da saga "Star Wars", papel que viria a retomar no segundo e terceiro filme da saga, e depois, já em 2015, em "O Despertar da Força".

Na carreira de Fisher contam-se ainda os filmes "O Dueto da Corda", " O Espião do Sapato Vermelho", "Ana e Suas Irmãs" de Woody Allen e "Um Amor Inevitável".

Na sua autobiografia, "Postcards from de Edge", Fisher fala abertamente do seu problema com as drogas. O vício começou muito cedo, aos 13 anos, quando começou a fumar marijuana. Seguiram-se outras drogas como LSD ou cocaína.

"Eu não gostava de cocaína, mas queria sentir alguma coisa diferente do que estava sentir... por isso consumia qualquer coisa", disse Fisher numa entrevista em 2013 ao jornal Herald Tribune.

Em 1985, a atriz foi diagnosticada com doença bipolar, tornando-se numa porta-voz para a consciencialização do público para a saúde mental.

A escrita teve também um papel importante na vida profissional da atriz. Publicou dois livros e, segundo a imprensa de Hollywood, terá ajudado, no anonimato, a escrever argumentos para vários filmes, numa lista onde se incluem "Um Casamento Quase Perfeito", "Hook" e "Do Cabaré para o Convento".

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