"Humor Maligno", na Companhia Maior

A Companhia Maior regressa ao palco do pequeno auditório do CCB, em Lisboa, com "Humor Maligno", encenação de Pedro Penim.

Uma mulher, em Londres, riu-se mais de dois dias seguidos e morreu, quando um ator entrou em cena travestido de Polly Peachum. Em 1939, em plena II.ª Guerra Mundial, quando ninguém queria rir, André Breton publicou a primeira antologia de humor negro, rir da desgraça. Em "Humor Maligno", Pedro Penim e Hugo Van der Ding escrevem este texto a experimentar até onde pode ir o humor. Pedro Penim encena o espetáculo e estica a corda.

O humor pode rir daqueles temas mais estranhos, os que algumas pessoas nem sequer querem ouvir falar, quanto mais rir; isso é o humor maligno, de calabouço. Depois de vários espetáculos com outros encenadores e coreógrafos, a Companhia Maior, quis agora seguir um espetáculo mais de ficção e não das suas próprias memórias e foi assim que Hugo Van de Ding e Pedro Penim partiram para esta ideia. Levar o humor até onde pode ir ou até onde nunca deveria ter chegado, esticar a ideia de rir até ao limite e trazer temas desgraçados para a piada, é o humor obscuro.

"Humor Obscuro", da Companhia Maior, estreia este sábado à noite no Pequeno Auditório do CCB, em Lisboa, às 21h00. Fica até 21 de novembro.

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