Elisabete Matos é Isolda esta noite no CCB

Tristão e Isolda é uma das óperas emblemáticas de Wagner. Estreia-se esta noite no CCB com a orquestra sinfónica portuguesa e o coro do Teatro Nacional de São Carlos.

Isolda é Elisabete Matos, num papel que qualquer soprano quer fazer um dia. Esta é a terceira produção de uma ópera de todos os tempos que que a diva, agora a Isolda de Tristão, participa.

Três atos que terminam no amor sublime, o amor para além do amor, só a morte pode confortar este amor, divino para além de todos os domínios, o amor pelo amor. Tristão e Isolda, a lenda medieval de um amor sem limites para além do homem que Wagner fez sobreviver para além da lenda, em ópera para além dos nossos dias

Tristan - Erin Caves
Isolde - Elisabete Matos
Rei Marke - Kristinn Sigmundsson
Kurwenal - Luís Rodrigues
Melot - Marco Alves dos Santos
Brangäne - Catherine Carby
Um Pastor e Um Timoneiro - João Oliveira

Encenação e Cenografia - Charles Edwards
Figurinos - Susan Willmington
Desenho de Luz - Giuseppe Di Iorio

Direção Musical Graeme Jenkins
CORO DO TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS
Maestro titular Giovanni Andreoli
ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA
Maestrina titular Joana Carneiro


Duração

9 de março
1º ato cerca de 1h20
Intervalo 30min
2º ato cerca de 1h05
Intervalo 1h (jantar)
3º ato cerca de 1h15

12 de março
1º ato cerca de 1h20
Intervalo 30min
2º ato cerca de 1h05
Intervalo 30min
3º ato cerca de 1h15

Coprodução| CCB | TNSC

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