Imagens inéditas num guião para a descoberta dos caminhos de Abril

O Museu do Aljube - Resistência e Liberdade celebra a Revolução dos Cravos, com a descoberta de lugares, histórias de tortura e espanto.

É um museu novo, mas cheio de histórias e de estórias.

Serviu de cadeia para os presos políticos durante o estado Novo, já foi uma cadeia feminina e de presos ligados à Igreja no século XIX.

Desde 2015, o edifício acolhe o museu do Aljube, que quer lembrar a luta contra a ditadura, em defesa de liberdade e da democracia.

O director do Museu, Luís Farinha, destaca alguns pontos da programação desde ano, para comemorar os 45 anos da Revolução do Cravos. Desde logo, a exibição do documentário "O Dia em que a Tortura acabou", um filme inédito que estava perdido e que foi gravado por uma equipa da Granada Television International, poucos dias depois do 25 de Abril.

No próprio dia 25, renovam-se os Dias da Memória, durante os quais os antigos prisioneiros, familiares e resistentes contra a ditadura partilham testemunhos e objectos, para memória futura.

Luís Farinha sublinha ainda como o Museu abre portas à curiosidade dos jovens, num "guião para a descoberta" seguindo "as pegadas dos que abriram as Portas de Abril".

Uma semana em cheio, para celebrar a liberdade.

(A jornalista escreve ao abrigo ao antigo acordo ortográfico)

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