Um ano "entre aspas". As frases marcantes de 2017

Pedro Correia reuniu em livro as frases mais marcantes de 2017. Um registo do ano, "para ajudar a sedimentar a memória".

"Não é fácil ser oposição neste momento", de Pedro Santana Lopes, "Era mais fácil demitir-me mas optei por dar a cara", da antiga ministra Constança Urbano de Sousa, "Se não fosse mulher, Paulo Portas não teria reparado em mim", de Assunção Cristas; "É evidente que Nossa Senhora não apareceu em Fátima", do padre Anselmo Borges; "Bardamerda para todos aqueles que não são do Sporting", de Bruno de Carvalho; "Mário Centeno é o Ronaldo do Ecofin", Wolfgang Schäuble; "Nunca recebi dinheiro de ninguém", de José Sócrates.

São algumas das frases que marcaram o ano de 2017, reunidas em livro por Pedro Correia. O antigo jornalista, atualmente consultor de comunicação e um dos autores do blog Delito de Opinião, lançou-se nesta missão que retrata os protagonistas da vida pública portuguesa.

Todos os dias do ano têm pelo menos uma frase associada. "É um trabalho de formiga, feito com paciência e determinação ao longo do ano", explica o "colecionador de frases".

Entrevistado na TSF por Fernando Alves, o autor adianta que um dos objetivos do livro é "ajudar a sedimentar a memória, que anda muito maltratada atualmente".

Para Pedro Correia, "2017 foi um ano muito intenso, muito cheio e assimétrico, com momentos muito empolgantes, como o início de funções de António Guterres como secretário-geral da ONU (...), ganhámos pela primeira vez o Festival da Eurovisão, o Papa veio pela primeira vez a Portugal... mas foi também o ano das grandes tragédias", com os incêndios que atingiram o país.

"2017: As Frases do Ano", de Pedro Correia, é editado pela editora Contraponto.

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